Ex-Malhação conta que perdeu a kombi que usava para vender cervejas!

O ator Daniel Erthal compartilhou em suas redes sociais a notícia da perda do veículo que utilizava para vender bebidas após uma denúncia. Ele teria recebido o veículo como presente devido à sua popularidade nas redes sociais, graças ao trabalho como ambulante no Rio de Janeiro.

Nesta quarta-feira, 6, o ator Daniel Erthal utilizou suas redes sociais para informar que perdeu a kombi que utilizava para vender bebidas após uma denúncia. O ex-galã de Malhação, da TV Globo, teria recebido o veículo como presente quando se tornou popular nas redes trabalhando como ambulante nas ruas do Rio de Janeiro.

Em sua publicação, Erthal explicou que está fora da cidade gravando um filme e, por causa disso, emprestou o veículo para outra pessoa durante esse período.

“Estou atualmente em Miguel Pereira gravando um longa-metragem, há mais de dez dias. Deixei minha kombi no mesmo local de sempre, na Rua Anita Garibaldi, entre a Avenida Nossa Senhora de Copacabana e a Figueiredo Magalhães, em Copacabana, Zona Sul do Rio de Janeiro. Infelizmente, perdi a kombi hoje. A pessoa que me ajudou, o Tiago, não estava ciente dos débitos pendentes, que estão em dívida ativa”, relatou.

Ele explicou que a pessoa com quem deixou a kombi estava necessitando e, provavelmente, acabou dormindo no veículo desde então.

“Isso causou desconforto para algumas pessoas em Copacabana, resultando em uma denúncia. Apesar de permitido estacionar no local, minha kombi estava sem porta”, esclareceu.

Posteriormente, o ator disse que buscou a ajuda de um despachante, mas descobriu que o veículo tinha pendências financeiras.

“Quando investiguei com o despachante, descobri que a kombi tem quase R$ 50 mil em débitos, dívida ativa de uma empresa, uma mercearia. Infelizmente, não posso assumir essa responsabilidade. Felizmente, não vou assumir isso. […] Devemos praticar a aceitação e encontrar felicidade com o que temos hoje”, acrescentou.

Ele ainda explicou que não tinha conhecimento das dívidas, mas que confia na pessoa que lhe cedeu o veículo. “Tenho certeza de que quem me deu fez isso com boas intenções, mas não era apenas uma questão entre duas partes”, concluiu.

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