A vidente búlgara Vangelia Gushterova, conhecida como “Baba Vanga” ou “Nostradamus dos Bálcãs”, que faleceu há quase 30 anos, deixou um legado de previsões sobre o futuro, incluindo a chegada do início do fim da humanidade em 2025.
De acordo com Baba Vanga, o fim do mundo ocorreria em 5079, devido a um evento cósmico de proporções “inimagináveis”. No entanto, a extinção da humanidade começaria já em 2025, com a eclosão de um grande conflito na Europa, que resultaria em uma “grande redução” da população do continente.
De acordo com as previsões de Baba Vanga, em 2028, a humanidade conseguiria alcançar o planeta Vênus, com o objetivo de buscar novas fontes de energia. Já em 2033, o derretimento das calotas polares aumentaria significativamente o nível do mar. Além disso, a vidente sugeriu outras profecias, como o retorno do comunismo mundial em 2076, o contato com civilizações extraterrestres em 2130, uma seca global em 2170, uma guerra em Marte em 3005, e a destruição da Terra em 3797.
Baba Vanga, ou “Vó Wanga”, foi uma vidente de origem humilde da Bulgária, que começou a ter visões ainda na adolescência e ganhou fama mundial à medida que suas premonições pareciam se concretizar. Sua trajetória foi marcada pela pressão do regime comunista, que tentou suprimir a mística cristã, mas nos anos 1960, Vanga encontrou apoio de Lyudmila Jivkova, filha de um importante líder político búlgaro. Esse apoio resultou na criação do “Instituto de Sugestionamento” em Sófia, que passou a documentar suas previsões.
Entre os eventos que Baba Vanga teria antecipado estão a Segunda Guerra Mundial, a queda da União Soviética e os ataques de 11 de setembro. Embora suas palavras nem sempre sejam precisas, muitas vezes é possível associá-las a acontecimentos específicos da história.